terça-feira, 4 de outubro de 2011
fundir-se-á
Quando há fusão, encontra-se o equilíbrio
ou o desequilíbrio de ser quem se é.
Meu corpo é minha alma traduzida em gestos,
Minhas expressões me representam.
Sentir
Sem ter tido tempo de pensar
Fluir, reagir, resgatar.
Da areia pro mar
é só uma questão de degradê.
ou o desequilíbrio de ser quem se é.
Meu corpo é minha alma traduzida em gestos,
Minhas expressões me representam.
Sentir
Sem ter tido tempo de pensar
Fluir, reagir, resgatar.
Da areia pro mar
é só uma questão de degradê.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Enfim, todas as portas se fecham. Se fecham e não abrem mais, por hoje.
E o que era estabilidade desestabilizou, virou do avesso, esfarelou. E até que se prove o contrário, essa é a realidade.. Que pena.
Sim, esse é um texto bundado, como eu gosto de dizer e minha mãe me corrige dizendo que essa palavra é feia. Trabalhei tranquila até e quando chego em casa, cabum! A linha reta se entorta e não quer nem saber se eu me perdi nela, ou se tracei a meta mesmo assim. Foda-se a métrica e que as boas maneiras sejam bem vindas lá no uzbequistão, porque daqui elas já partiram faz tempo.
E quem não gostar disso aqui, que vá embora.
Tento não reclamar para os amigos, pra não ser a reclamona da galera; não falo nada para minha família, se não já querem me indicar para um psiquiatra e não tenho cachorro pra chutar. Vai por aqui mesmo.
Eu quero saber quem inventou a solidão, pra que essa pessoa aprecie sozinha o prazer de ser inteiramente picada por aquelas formiguinhas bem pequenas e não ter ninguém com quem contar. B*sta de mamute!
E não é esse o principal motivo; há pelo menos um dia no mês em que os bípedes e quadrúpedes (com o ultimo é quase o ano inteiro) me irritam e eu tenho profunda vontade de dormir o dia todo pra ver se passa.
E não me venha com essa história de TPM. Meus hormônios já dão trabalho suficiente.
e antes que eu me esqueça, vá dormir.
Ass.:
E o que era estabilidade desestabilizou, virou do avesso, esfarelou. E até que se prove o contrário, essa é a realidade.. Que pena.
Sim, esse é um texto bundado, como eu gosto de dizer e minha mãe me corrige dizendo que essa palavra é feia. Trabalhei tranquila até e quando chego em casa, cabum! A linha reta se entorta e não quer nem saber se eu me perdi nela, ou se tracei a meta mesmo assim. Foda-se a métrica e que as boas maneiras sejam bem vindas lá no uzbequistão, porque daqui elas já partiram faz tempo.
E quem não gostar disso aqui, que vá embora.
Tento não reclamar para os amigos, pra não ser a reclamona da galera; não falo nada para minha família, se não já querem me indicar para um psiquiatra e não tenho cachorro pra chutar. Vai por aqui mesmo.
Eu quero saber quem inventou a solidão, pra que essa pessoa aprecie sozinha o prazer de ser inteiramente picada por aquelas formiguinhas bem pequenas e não ter ninguém com quem contar. B*sta de mamute!
E não é esse o principal motivo; há pelo menos um dia no mês em que os bípedes e quadrúpedes (com o ultimo é quase o ano inteiro) me irritam e eu tenho profunda vontade de dormir o dia todo pra ver se passa.
E não me venha com essa história de TPM. Meus hormônios já dão trabalho suficiente.
e antes que eu me esqueça, vá dormir.
Ass.:
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
nan-
carvão
água
desestabilizadamente
atraídos; cola. Forma
tinta preta
desenha um poema para mim?
-quim
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
uma dúvida, meu senhor
No final das contas, percebemos que se colocarmos tudo numa balança, há mais dores que amores.
E as flores, como é que ficam?
Rabisquei um destino que foi borrado por uma outra tinta, que não a minha, nem a sua.
E a rua, como é que fica?
Tomamos goles e mais goles de "eu-sei-de-mim", mas as mãos se encontravam sem querer.
E o anoitecer, como é que fica?
Culpamos o tempo, a estadia, a covardia, o frio e a moral. Que bela cena!
E a novena, como é que fica?
Escrevemos a nanquim, para que fique bem registrado "Aqui jaz um amor de outras vidas".
E essa, como é que fica?
terça-feira, 30 de agosto de 2011
O presente
Repare
Sinta o vigor da minha pele
ela exala vida!
Fixe no sorriso desenhado pelos pincéis de Afrodite
Não deixe de notar
Que gracejo mais,
Rio das falhas, porque elas me molham
Assim como a ti!
Depois desta tua viagem, meu senhor
A Terra transferiu suas rotas
para que eu pudesse continuar
sem me ferir
Pasme a surpresa:
Gostei.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Poema 12
Para mi corazón basta tu pecho,
para tu libertad bastan mis alas.
Desde mi boca llegará hasta el cielo
lo que estaba dormido sobre tu alma.
Es en ti la ilusión de cada día.
Llegas como el rocío a las corolas.
Socavas el horizonte con tu ausencia.
Eternamente en fuga como la ola.
He dicho que cantabas en el viento
como los pinos y como los mástiles.
Como ellos eres alta y taciturna.
Y entristeces de pronto como un viaje.
Acogedora como un viejo camino.
Te pueblan ecos y voces nostálgicas.
Yo desperté y a veces emigran y huyen
pájaros que dormían en tu alma.
Pablo Neruda

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